
Amigas e amigos do Agro!
E como fica a situação do boi china?
A expectativa dos produtores e exportadores da carne bovina brasileira para a China vai durar, pelo menos, até o dia 26 de janeiro de 2026.
O anúncio que deveria ser feito nessa quarta-feira (26) foi prorrogado pela segunda vez. O primeiro deveria ter saído em agosto passado.
O governo chinês investiga o impacto do grande volume de carne bovina importada de outros países. O Brasil embarca quase 50% de sua produção para Xangai.
A China pretende criar regras para proteger o produtor local implantando cota para cada país e descredenciando vários frigoríficos dos países exportadores.
Essa medidas preocupam porque se os chineses estabeleceram cotas de compra para o Brasil, todo o excedente que for exportado vai ter tarifas estipuladas pelo governo chinês.
Essa indecisão com as novas regras chinesas vem perturbando o mercado futuro, que atua há alguns dias com volatilidade, deixando também na dúvida o criador de gado de corte.
Só que os preços para o consumidor estão subindo. Estamos chegando perto do Natal e do Ano-Novo quando o consumo aumenta e os preços idem. Bom lembrar que o 13º salário está entrando com R$ 370 bilhões na economia.
As chuvas, mais uma vez, pegaram de surpresa alguns produtores de café no Sul de Minas, principalmente na região de Muzambinho.
Chuva forte já não é mais novidade, só que dessa vez teve muita pedra e geada, fenômenos que nunca acontecem nessa época do ano.
A geada vem antes da primavera e as chuvas de pedras sempre caem na primeira quinzena de outubro, início do período chuvoso. Além disso, os temporais chegaram acompanhados de muito vento, que é grande inimigo dos cafezais.
Os estragos ainda não foram totalmente dimensionados porque aconteceram numa região localizada, entretanto, alguns produtores perderam suas lavouras não interferindo na safra do ano que vem.














